
Nada surge de um dia para o outro, há uma sucessão de processos.
Haruka não é de longe uma exceção. Ainda lembro-me do blog que me impulsionou para esse mundo paralelo, que meu primeiro programa foi o
Paint Shop Pro 7.0 e, claro, do blog que me acompanhou de forma a estabelecer uma grande diferença de como eu era para como eu sou, o meu querido
Densetsu no Fuu (vento Lendário). Afim de alcançar maiores distâncias, embarquei – com a ajuda da
Mari-san – em novos desafios, esse foi o início do
Love (Indescribable Love, Imperfect Love, Love Letter e, por fim, Changeable Love). Minha época mais instável, sem dúvidas, porém as mudanças tornaram-se um espécie de experiência, talvez. Agora, em meio ao turbulento terceiro ano, estou buscando desatrelar o blog do passado e abrindo um novo capítulo. Chamo-o de
Haruka que significa
muito distante. O que é tão distante? Tudo, oras. Percorri uma longa distancia até aqui e há uma distancia maior ainda a ser percorrida. Enrolação. Haruka ficou na minha cabeça e seu significado me deixou mais tentada ainda de usar esse nome. A primeira versão,
Haruka Bashô, significa, então,
lugar muito distante. Faz sentido se considerarmos que trata-se de InuYasha e que “500 anos atrás” é um lugar no tempo e é muito distante.
O Haruka é simplesmente um espaço para eu expressar minha criatividade – ou falta de alguma.
The SML hostees:
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Srta. Rika
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