52 Weeks

52 WEEKS – 20/52

Não vou enrolar ninguém hoje, haha, vamos direto ao tema da semana (prometo melhorar) (não deixem de me amar) (não me abandonem).

FICO DE MAU HUMOR QUANDO

.estou com fome
É uma verdade universalmente conhecida que ficarei de mau humor se estiver com fome. Não adianta, sempre que começo a me sentir mau humorada e vou pensar nos motivos, geralmente é por eu ter sido privada do meu almoço ou algo do tipo.

.estou com sono
Então, basicamente, sou uma criança. Fico muito chata se estou com fome, como falei acima e, claro, se estiver com sono. Gosto de dormir e prezo muito minhas horas diárias de sono, então se eu for privada delas, assim como do meu almoço, ficarei com um humor terrível. E olha, não é que eu precise dormir tanto assim, as oito horas recomendadas estão de bom tamanho – então não me perturbe, me deixe dormir o tempo necessário que não serei chata e inconveniente.

.a internet não colabora
Uso a internet pra fazer de tudo: trabalhar, me divertir, me informar, comprar. Só que essa coisa amada nem sempre funciona da maneira que deveria, principalmente depois que certa operadora foi comprada por outra certa operadora olho junto. Foram dias de ódio, desespero, a mais profunda frustração e muito, mas MUITO mau humor. Nada me deixa mais mau humorada do que pagar por um serviço e ele não funcionar como deveria.

.tenho que esperar
Sou uma pessoa pontual. Pontualíssima, diga-se de passagem. E não é costume de gente chata não, é costume de gente que sabe dar valor ao próprio tempo e ao tempo dos outros. Então se eu marco uma consulta no médico, por exemplo, é óbvio que vou querer ser atendida naquele determinado horário. Só que bem sabemos que não é assim que a banda toca por aqui, não é mesmo? Claro que não posso incluir todos os médicos no pacote, mas fico imaginando se eles não tem na faculdade uma matéria de “como atrasar consultas” ou algo do gênero pois não é possível uma coisa dessas. Esperar, no geral, me deixa de mau humor, e fico com o humor pior ainda se caí na besteira de não carregar um livro comigo.

.alguém fica controlando minhas tarefas
Sempre fui uma pessoa muito responsável com as minhas tarefas, então fico bem irritada se alguém (seja quem for esse alguém) fica me cobrando com perguntas do tipo “já terminou?”, “como está indo?” e afins. Mesmo no trabalho, se passam determinada tarefa eu vou fazê-la e, muito provavelmente, entregá-la antes do prazo, então não tem necessidade de ficar me regulando. A sensação que me dá é que estou sendo vigiada, e simplesmente detesto isso. Sei o que tenho que fazer, como fazer e o prazo para entregar, então: me deixe.

COMPARTILHANDO AMOR

  • Sou de Humanas, mas sei contar, do Homoliteratus. Aquela história do Humanas x Exatas até é engraçadinha vez ou outra, mas já parou pra pensar que isso cria estereótipos horríveis? É mais ou menos isso que esse texto tenta mostrar. Tudo bem uma piadinha, um meme, mas deixar ser definido só por isso já é extrapolar a diversão. E eu, que sou de ciências sociais aplicadas? AHÁ.
  • O sexismo por trás do termo relógio biológico, do Minas Nerds. Como um termo que surgiu no anos 1970 por conta de um jornal afeta tanto as vidas de mulheres ao redor do mundo? Estou a poucos passos dos 30 anos e já começo a sentir a pressão aumentar por todos os lados e eu só quero dizer: meu corpo, minhas regras. ME DEIXE.
  • Caça-Fantasmas e as infâncias destruídas, do Momentum Saga. O primeiro trailer de o novo Caça-Fantasmas trouxe, além de expectativa pelo filme de elenco principal feminino, uma enxurrada de male-tears e campanhas para que o vídeo fosse negativado. Ó, só digo que quem boicota sem nem ter assistido é um tonto e quem reclama desse tipo de coisa é um mané, para usar palavras livres para todos os públicos.
  • O valor de Peggy Carter, do Collant Sem Decote. Semana passada a rede norte-americana ABC cancelou Agent Carter, não teremos terceira temporada. Já reclamei sobre no post passado, mas sigo lamentando a perda de uma personagem feminina tão incrível e cheia de potencial.

52 Weeks

52 Weeks – 19/52

Esse post, a rigor, deveria ter saído ontem, mas nem vou me ater às velhas desculpas que delas vocês já sabem bem. Queria muito poder dedicar mais tempo ao blog, mas não está fácil conciliar tantas coisas e, como disse semana passada, tô muito apaixonada pela minha filha (e das minhas amigas), Valkirias, e só penso nisso. Mas aos poucos volto ao normal, haha, é só ter paciência.

MEUS SERIADOS PREFERIDOS

.supernatural
Poderia deixar só isso escrito aqui que seria o suficiente. Todo mundo que me conhece um pouquinho sabe o quanto sou apaixonada por Supernatural então não é novidade alguma o seriado estar nessa lista. Quer dizer, deve ter milhões de referências a SPN aqui no blog, minha capa do Facebook é um frame da série, minha descrição no Twitter, um quote. Os dvds estão devidamente expostos no meu quarto, AC/DC é o toque do meu celular. Seriado favorito da vida? Sim, seriado favorito da vida – e, o melhor, tem até a décima temporada disponível na nossa querida Netflix.

.penny dreadful
Se comparar com SPN, Penny Dreadful é amor recente – só não é menos amor por conta disso. Também menciono muito o seriado no blog, fala sempre como Eva Green é a rainha das rainhas e indico a trilha sonora da série para todo mundo, me pedindo por indicação ou não. Em uma mistura de clássicos do terror com a atmosfera da Londres vitoriana, não teria como essa série não ser uma das minhas preferidas. Se quiser saber mais e com detalhes dos motivos que me fizeram amar PD, você pode visitar esse post aqui, e as duas primeiras temporadas estão disponíveis na Netflix.

.orphan black
Uma série de ficção científica centrada em mulheres: como não morrer de amores? Adoro histórias elaboradas e bem trabalhadas, repletas de plot twists e teorias da conspiração, então era só questão de tempo me apaixonar por Orphan Black. Some a isso uma intérprete maravilhosa, Tatiana Maslany, que dá vida a mais de OITO personagens (e contanto), mulheres fortes e incríveis e é isso aí, tá pronta a receito do sucesso. Não vou me estender muito a respeito dos paralelos incríveis que a história das clones traça com o ser mulher por que isso você logo vai ler no Valkirias. #jabá Ah, pare de perder tempo e corre pra Netflix que as três primeiras temporadas estão lá.

.gilmore girls
Outra série de mulheres maravilhosas, empoderadas e donas dos próprios narizes. Tem como não amar GG? Já escrevi alguns textos inflamados sobre a série, estou contanto os dias para que ela entre no catálogo da Netflix e ainda mais aflita para o revival (ainda mais agora que rolaram boatos de que a série pode continuar além dos quatro episódios do revival, é muito para o meu pobre coração). Mas veja se eu não tenho todas as razões do mundo para amar Gilmore Girls: personagens fascinantes, referências sobre cultura pop, Stars Hollow, amor em forma de seriado. So…it’s a show? Oh, no, é muito mais do que isso! It’s a lifestyle. It’s a religion.

.agent carter
É com o coração estraçalhado em milhões de pedacinhos que escrevo mas, sim, uma das minhas séries favoritas foi cancelada essa semana e eu não sei mais como viveeeeeer. Fiz um post completamente apaixonado sobre a série no ano passado, quando tinha recém assistido a primeira temporada e agora, um anos depois, venho dizer que uma das melhores séries da Marvel (SIM) foi cancelada por alegada falta de audiência. É um completo absurdo, isso sim. Perdemos mais uma série de protagonista feminina para o limbo quando já temos tão poucas dela para amar. Enfim, meu texto está aqui, se você quiser ser convencido, e a primeira temporada está disponível na Netflix (e até parece que a Netflix me pagou alguma coisa por esse post mas não, é só amor mesmo).

COMPARTILHANDO AMOR

  • Mad (Wo)Men, do Valkirias. A Fer linda escreveu esse texto sobre as mulheres da série e eu amei tanto que vou compartilhar aqui também (já compartilhei no Twitter algumas centenas de vezes, mas quem está contando?).
  • A face feminina da nova música popular brasileira, também do Valkirias. Ah, gente, quê posso fazer se só tem coisa maravilhosa lá no site? Confesso que conheço poucas cantoras brasileiras e essa lista da Palo foi um refresco bem-vindo.
  • Gilmore Girls em linhas gerais, também, adivinhe!, do Valkirias e escrito pela minha querida Yuu. Se você ainda não se convenceu pelos meus textos linkados acima, leia os escritos de quem realmente sabe do que está falando.
  • O primeiro mês na Irlanda, do Nýr Dagur. Adoro esse tipo de relato e a linda da Taís conta tão bonitinho que até fiquei emocionada. É sempre lindo ver alguém realizar seus sonhos, esquenta o coração.