{"id":1817,"date":"2013-05-16T21:40:26","date_gmt":"2013-05-16T21:40:26","guid":{"rendered":"http:\/\/starmoonland.com\/weblog\/?p=1817"},"modified":"2013-05-16T21:40:26","modified_gmt":"2013-05-16T21:40:26","slug":"mania-de-criticar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/starmoonland.com\/weblog\/2013\/05\/16\/mania-de-criticar\/","title":{"rendered":"Mania de Criticar&#8230;"},"content":{"rendered":"<p>Faz um tempo, estava rolando um viral da Dove, falando sobre a real beleza da mulher, n\u00e3o sei se algu\u00e9m chegou a ver, mas eu achei realmente incr\u00edvel a ideia por tr\u00e1s dessa campanha. E se pensarmos \u00e9 um conceito t\u00e3o antigo, que me admira que outras marcas n\u00e3o tenham feito nada parecido ainda. Abaixo o v\u00eddeo para quem n\u00e3o viu.<\/p>\n<p><center><iframe loading=\"lazy\" width=\"560\" height=\"315\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/embed\/litXW91UauE\" frameborder=\"0\" allowfullscreen><\/iframe><\/center><br \/>\nDe uma sensibilidade marcante, a Dove mostra \u00e0s mulheres e at\u00e9 aos homens uma prova de que nossa percep\u00e7\u00e3o de n\u00f3s mesmos \u00e9 sempre pior do que a percep\u00e7\u00e3o que os outros tem de n\u00f3s. Eu fico me perguntando, porque temos essa mania de achar que a grama do vizinho \u00e9 sempre mais verde, de que a amiga loira \u00e9 mais bonita, a morena mais ex\u00f3tica, e que definitivamente todos s\u00e3o mais interessantes que n\u00f3s, porque temos essa mania de achar que somos feios e nunca valorizar aquilo que temos de bom, sendo que muitas vezes sabemos qual parte de n\u00f3s \u00e9 elogiada, e at\u00e9 invejada pelos outros. <\/p>\n<p>Temos uma mania rid\u00edcula de minimizar os coment\u00e1rios positivos e abra\u00e7ar os negativos como se cada coment\u00e1rio positivo mostra-se uma realidade que n\u00e3o condiz em nada com o que somos. \u00c9 muito mais f\u00e1cil citar 30 defeitos do que 30 qualidades sobre n\u00f3s mesmos, talvez porque nos conhe\u00e7amos bem demais, ou melhor, nos aturamos por mais tempo, porque para qualquer pessoa falar 30 qualidades suas \u00e9 muito mais f\u00e1cil que exaltar 30 defeitos.<br \/>\nEnt\u00e3o proponho fazermos uma tentativa, que deu muito certo comigo, para tentar minimizar essas criticas que temos de n\u00f3s mesmos. Aposto que existe uma pessoa que voc\u00ea admira, que voc\u00ea gostaria de estar sempre ao lado, procure um defeito nela, com certeza ela o tem, observe como ela age em rela\u00e7\u00e3o a esse defeito, agora veja uma qualidade, veja como ela percebe essa qualidade, e tente incorporar essa qualidade em voc\u00ea. Tente se fazer um pouco mais parecida com a qualidade que voc\u00ea admira.<\/p>\n<p>Quando fui fazer intercambio, acreditava que era quase como uma esc\u00f3ria da sociedade, que n\u00e3o tinha absolutamente nada que me fizesse interessante, que simplesmente ningu\u00e9m teria vontade de se aproximar de mim, me achava anti-social, feia, chata, uma alienigena!. Eis que, odiava me sentir assim, ent\u00e3o simplesmente decidi que iria mudar tudo o que n\u00e3o gostava, ou quase tudo, ia me tornar interessante, ia ser social, e tentar mostrar para as pessoas uma \u201cEu\u201d que elas gostariam de estar por perto. E foi exatamente o que eu fiz, deixei todos os meus preconceitos de lado, decidi que tudo seria valido, que me envolveria mais com as pessoas, seria mais festeira, pois todo mundo gosta de algu\u00e9m que gosta de festas, a energia das pessoas festeiras tendem a contagiar o ambiente, seria algu\u00e9m que as pessoas gostam de conversar, ou seja, aprenderia a ouvir e quem sabe falar, deixaria de ter medo de mostrar minhas esquisitices, afinal, elas talvez nem fossem t\u00e3o esquisitas assim, comecei a me vestir de uma forma que me sentia bonita e confort\u00e1vel, seja na cal\u00e7a de moletom velha, com chuteira de futebol, ou com bota e roupa de balada, n\u00e3o valia a pena ficar me preocupando com a forma que estava vestida, se era de acordo com o que os outros gostavam, mas se eu estivesse bem comigo mesma, as pessoas automaticamente me elogiavam, e gostavam do estilo que eu criava. <\/p>\n<p>N\u00e3o me preocupava se me chamariam ou n\u00e3o para festas e reuni\u00f5es eu poderia simplesmente ser aquela que organizava, e dessa forma, eu que diria quem estava convidado. N\u00e3o importava se era bonito, feio, esquisito, fedido ou cheiroso, todos eram bem vindos, porque, bom, seguia a teoria de quanto mais melhor, quanto mais gente, mais historias e mais risadas. E isso fez com que aos poucos, eu n\u00e3o precisasse organizar nada, porque as pessoas passavam a me querer por perto, passavam a lembrar de mim, passavam a me ver como eu queria que me vissem, algu\u00e9m auto-astral, que era querida e divertida de se ter por perto.<\/p>\n<p>Confesso que n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil, a d\u00favida e a inseguran\u00e7a est\u00e3o sempre ai, mas n\u00e3o vale a pena me privar de coisas que me fazem feliz simplesmente por ter medo do que v\u00e3o pensar de mim, ou do que eu vou pensar que as pessoas pensam, porque acredite ou n\u00e3o, ningu\u00e9m da a m\u00ednima se voc\u00ea est\u00e1 alguns quilos mais gorda, \u00e9 uns cent\u00edmetros mais alta ou mais baixa, se est\u00e1 de azul ou verde, ningu\u00e9m est\u00e1 nem ai se voc\u00ea tamb\u00e9m n\u00e3o estiver, ent\u00e3o, mude sua postura para com voc\u00ea, tente fazer um pouco mais daquilo que voc\u00ea acha interessante, tente se divertir mais, se mostrar mais, que com certeza os outros v\u00e3o reparar naquilo que voc\u00ea quer que eles reparem.  <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Faz um tempo, estava rolando um viral da Dove, falando sobre a real beleza da mulher, n\u00e3o sei se algu\u00e9m chegou a ver, mas eu achei realmente incr\u00edvel a ideia por tr\u00e1s dessa campanha. 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